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Ibovespa tenta firmar os 63 mil pontos e ruma para 4ª semana de alta |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 15:01 |
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Com giro financeiro pouco expressivo, a bolsa brasileira opera com instabilidade nesta sexta-feira, mas ainda defende valorização na semana, na continuação do movimento visto anteriormente.
Com pouca influência do noticiário do dia, o Ibovespa segue pressionado pela correção dos papéis da Petrobras e da OGX Petróleo, mas ganha reforço positivo de ações dos setores financeiro e imobiliário.
Com variação modesta, o Ibovespa defende o nono dia seguido de valorização e tenta se firmar acima dos 63 mil pontos.
Por volta das 15h, o índice subia 0,17%, aos 63.058 pontos. O volume negociado estava em torno de R$ 3,07 bilhões. Com esse desempenho, a bolsa brasileira caminha para sua quarta semana de ganhos, desta vez de 1,2%.
No mesmo horário, em Wall Street, o índice Dow Jones caía 0,59% e o S&P 500 perdia 0,31%, enquanto o Nasdaq subia 0,17%.
Destaque do dia, o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 2,8% no quarto trimestre do ano passado ante o terceiro, em termos anualizados, e ficou um pouco abaixo das expectativas, de 3,0% de alta. Ainda assim, o resultado representa a maior expansão desde a do segundo trimestre de 2010 e aceleração ante a variação de 1,8% do terceiro trimestre de 2011.
Ainda na agenda americana, o índice de confiança do consumidor, medido pela Reuters e Universidade de Michigan, subiu para 75,0 ao fim de janeiro, após marcar 69,9 no fim de dezembro. O dado superou a estimativa de analistas.
Na Europa, as negociações entre o governo da Grécia e os credores privados sobre a redução da dívida de 100 bilhões de euros se arrastam. Segundo uma fonte próxima às negociações, entretanto, as discussões caminham para um acordo hoje, com credores aparentemente dispostos a aceitar juros mais baixos nos novos bônus.
E o presidente da Comissão Europeia, Jose Manuel Barroso, afirmou que a União Europeia continuará a dar ajuda financeira à Grécia se o país concordar em adotar reformas econômicas duras, disse.
Deixar o país quebrar "seria muito difícil, não apenas para os gregos mas para toda a zona do euro", disse.
No mercado cambial, o dólar replica a volatilidade do mercado acionário brasileiro. Há pouco, a moeda americana cedia 0,17%, a R$ 1,741 na venda. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o contrato futuro de fevereiro recuava 0,62%, a R$ 1,742. (Do Valor)
Com giro financeiro pouco expressivo, a bolsa brasileira opera com instabilidade nesta sexta-feira, mas ainda defende valorização na semana, na continuação do movimento visto anteriormente. Com pouca influência do noticiário do dia, o Ibovespa segue pressionado pela correção dos papéis da Petrobras e da OGX Petróleo, mas ganha reforço positivo de ações dos setores financeiro e imobiliário. Com variação modesta, o Ibovespa defende o nono dia seguido de valorização e tenta se firmar acima dos 63 mil pontos. Por volta das 15h, o índice subia 0,17%, aos 63.058 pontos. O volume negociado estava em torno de R$ 3,07 bilhões. Com esse desempenho, a bolsa brasileira caminha para sua quarta semana de ganhos, desta vez de 1,2%.
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Dólar muda rumo e mostra queda de 0,22%, a R$ 1,740 |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 14:59 |
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Depois de um breve movimento de alta, o dólar comercial volta a perder força no câmbio local nesta sexta-feira. Por volta das 15h30, a moeda americana mostrava baixa de 0,22%, a R$ 1,740 na venda, mínima intradia, depois de subir a R$ 1,749.
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), as vendas se acentuaram e o dólar para fevereiro recuava 0,65%, a R$ 1,7415.
A variação de preço é mais acentuada no mercado futuro, pois a cotação tinha passado por recuperação no fim do pregão de ontem, reduzindo as perdas do dia. Ontem, o preço a vista fechou com baixa de 1,08%, enquanto o futuro reduziu as perdas no fim do dia para 0,53%.
No câmbio externo, a venda de moeda americana tomou força e, há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, perdia 0,51%, a 79 pontos. Já o euro voltou a atrair compradores e ganhava 0,61%, a US$ 1,318. (Do Valor)
Depois de um breve movimento de alta, o dólar comercial volta a perder força no câmbio local nesta sexta-feira. Por volta das 15h30, a moeda americana mostrava baixa de 0,22%, a R$ 1,740 na venda, mínima intradia, depois de subir a R$ 1,749. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), as vendas se acentuaram e o dólar para fevereiro recuava 0,65%, a R$ 1,7415. A variação de preço é mais acentuada no mercado futuro, pois a cotação tinha passado por recuperação no fim do pregão de ontem, reduzindo as perdas do dia. Ontem, o preço a vista fechou com baixa de 1,08%, enquanto o futuro reduziu as perdas no fim do dia para 0,53%. No câmbio externo, a venda de moeda americana tomou força e, há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, perdia 0,51%, a 79 pontos. Já o euro voltou a atrair compradores e ganhava 0,61%, a US$ 1,318. (Do Valor) |
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URGENTE: Suco de laranja produzido no Brasil é barrado nos EUA |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 14:57 |
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A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) anunciou hoje a retenção de carregamentos de suco de laranja do Brasil e do Canadá, que testaram positivo para a presença do fungicida carbedazim, vetado nos EUA. Ao todo, a agência americana impediu o desembarque de 11 carregamentos, sendo cinco do Brasil e seis do Canadá.
Do total reprovado, o FDA deteve nove carregamentos. Os fabricantes de outros dois carregamentos suspenderam voluntariamente as importações. No caso do suco vetado, os importadores têm até 90 dias para retirar a mercadoria do país ou destruí-la.
O órgão também informou a aprovação de outros 29 carregamentos, que continham níveis considerados seguros do fungicida – abaixo de 10 ppb (partes por bilhão), dos quais 15 já foram liberados. Conforme o relatório do FDA, foram aprovadas amostras do México (14), Canadá (7), Brasil (2), Costa Rica (2), Belize (1), Honduras (1), Líbano (1) e Turquia (1).
Ao todo, o FDA informou ter coletado amostras 80 carregamentos de suco de laranja. Na próxima semana, a agência deve divulgar os resultados dos testes realizados com o suco produzido nos EUA. (Do Valor)
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) anunciou hoje a retenção de carregamentos de suco de laranja do Brasil e do Canadá, que testaram positivo para a presença do fungicida carbedazim, vetado nos EUA. Ao todo, a agência americana impediu o desembarque de 11 carregamentos, sendo cinco do Brasil e seis do Canadá. Do total reprovado, o FDA deteve nove carregamentos. Os fabricantes de outros dois carregamentos suspenderam voluntariamente as importações. No caso do suco vetado, os importadores têm até 90 dias para retirar a mercadoria do país ou destruí-la. O órgão também informou a aprovação de outros 29 carregamentos, que continham níveis considerados seguros do fungicida – abaixo de 10 ppb (partes por bilhão), dos quais 15 já foram liberados. Conforme o relatório do FDA, foram aprovadas amostras do México (14), Canadá (7), Brasil (2), Costa Rica (2), Belize (1), Honduras (1), Líbano (1) e Turquia (1). Ao todo, o FDA informou ter coletado amostras 80 carregamentos de suco de laranja. Na próxima semana, a agência deve divulgar os resultados dos testes realizados com o suco produzido nos EUA. (Do Valor) |
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ABIH-BA mostrará hotel-conceito na feira da Abav-BA |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 14:43 |
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A ABIH-BA (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Bahia) investirá num estande pouco comum na Feira de Turismo da Abav-BA (Associação Brasileira de Agências de Viagens da Bahia), marcada para os dias 10 e 11 de maio, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. Em 60 m² serão instalados ambientes de um hotel-conceito, entre lobby, UH e outros serviços.
"Queremos mostrar, na prática, como seria um hotel dos sonhos para hóspedes e hoteleiros, de acordo com os conceitos de sustentabilidade, comodidade, serviço e inovação tecnológica", comenta José Manoel Garrido, presidente da associação baiana.
Realizada em agosto no ano passado, a Feira de Turismo da Abav-BA migra este ano para maio, deixando de colidir com o mesmo mês do Entur-BA (Encontro de Turismo da Bahia), evento já consolidado no calendário do trade local, também sediado no Centro de Convenções. (Do Hotelier News)
A ABIH-BA (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Bahia) investirá num estande pouco comum na Feira de Turismo da Abav-BA (Associação Brasileira de Agências de Viagens da Bahia), marcada para os dias 10 e 11 de maio, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. Em 60 m² serão instalados ambientes de um hotel-conceito, entre lobby, UH e outros serviços. "Queremos mostrar, na prática, como seria um hotel dos sonhos para hóspedes e hoteleiros, de acordo com os conceitos de sustentabilidade, comodidade, serviço e inovação tecnológica", comenta José Manoel Garrido, presidente da associação baiana. Realizada em agosto no ano passado, a Feira de Turismo da Abav-BA migra este ano para maio, deixando de colidir com o mesmo mês do Entur-BA (Encontro de Turismo da Bahia), evento já consolidado no calendário do trade local, também sediado no Centro de Convenções. (Do Hotelier News) |
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Produção da indústria do plástico caiu 1,5% em 2011 |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 00:00 |
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A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) divulga, em balanço anual, aqueda de 1,5% da produção física do setor, que encolheu de 6 milhões de toneladas, em 2010, para 5,9 milhões em 2011. “A expectativa é de que esse indicador suba para 2% no acumulado de 2012, porém apenas mantendo o crescimento registrado no ano passado”, analisa José Ricardo Roriz Coelho, presidente da entidade.
Ainda no comparativo 2010 e 2011, o estudo apresentou um suave aumento de 2% nas exportações dostransformados plásticos, enquanto as importações cresceram 20%. “O grande vilão de nossa indústria é o valor dos insumos, em especial das resinas, pelas quais pagamos mais caro do que nossos concorrentes. Além disso, há a excessiva carga tributária, o câmbio desfavorável e os juros muito altos, a despeito da retração para 11% da Selic, que acaba de ser anunciada pelo Copom. Estamos perdendo mercado e teremos mais dificuldades de exportar, não só pela baixacompetitividade endêmica do Brasil, como pela retração econômica mundial”, explica Roriz, referindo-se ao déficit da balança comercial do setor, que triplicou em três (2008/2011) e cresceu 40% em 2011, em relação a 2010, saltando de US$ 1,36 bilhão para US$ 1,89 bilhão.
Roriz avalia que a perda de competitividade da indústria de transformação precisa ser revertida, sob pena de o Brasil parar de crescer. “O governo precisa avaliar diversos pontos, como a carga tributária, por exemplo. A indústria de transformação é o setor que mais contribui para a arrecadação de tributos: 37,4% do total, de2005 a 2009. Há, ainda, o fator agravante da burocracia, que custa R$ 20 bilhões para os brasileiros, num complexo emaranhado de 85 tributos, com normas complicadas e ambíguas. Somente a Receita Federal cria uma nova regra a cada 26 minutos!”, desabafa o presidente da entidade.
O estudo apresentou, ainda, aumento na demanda nacional por produtos transformados, que saltou de 48 bilhões para 52 bilhões em 2011, crescimento de 6,4% em relação a 2010. Porém, os dados do comércio exterior evidenciam que esse aumento está sendo suprido, em grande parte, pela importação.
Na oportunidade, Roriz questionou se o modelo da cadeia de produtos plásticos nacional está adequado para atender ao crescimento do nosso mercado, principalmente, porque os números do balanço apresentados são preocupantes. “Para evitar a retração do setor, todos os envolvidos da cadeia produtiva: o governo, a primeira, a segunda e a terceira geração da cadeia do plástico precisam repensar váriosaspectos da indústria, de modo que seja possível termos uma cadeia de produtos plásticos forte e competitiva”, comenta o executivo.
Apesar da queda da competitividade nacional, a indústria do plástico mantém-se, em 2011, como o terceiro maior setor empregador industrial do Brasil. São 357 mil empregados no ano, contra 347 mil em 2010, representando um crescimento de 3%. No Estado de São Paulo, o setor é o segundo maior empregador industrial e fechou o ano com cerca de 190 mil trabalhadores.
A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) divulga, em balanço anual, aqueda de 1,5% da produção física do setor, que encolheu de 6 milhões de toneladas, em 2010, para 5,9 milhões em 2011. “A expectativa é de que esse indicador suba para 2% no acumulado de 2012, porém apenas mantendo o crescimento registrado no ano passado”, analisa José Ricardo Roriz Coelho, presidente da entidade. Ainda no comparativo 2010 e 2011, o estudo apresentou um suave aumento de 2% nas exportações dostransformados plásticos, enquanto as importações cresceram 20%. “O grande vilão de nossa indústria é o valor dos insumos, em especial das resinas, pelas quais pagamos mais caro do que nossos concorrentes. Além disso, há a excessiva carga tributária, o câmbio desfavorável e os juros muito altos, a despeito da retração para 11% da Selic, que acaba de ser anunciada pelo Copom.
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MPT quer que Azaleia indenize população de onde fechou fábricas |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 00:00 |
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O acordo firmado entre o sindicato dos trabalhadores e a direção da Vulcabrás/Azaleia para indenizar cerca de duas mil pessoas demitidas após o anúncio do fechamento de seis fábricas no interior da Bahia vai ser avaliado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que move ação civil pública na Justiça Trabalhista contra a empresa. Um dos pedidos feitos pelos procuradores é o de que a indústria calçadista indenize a população dos municípios atingidos em R$ 14 milhões como forma de reduzir os impactos sociais causados pela demissão em massa.
“Ainda não recebemos a comunicação oficial sobre o acordo firmado, mas a oferta de três cestas básicas e um par de tênis nos parece muito pouco para uma empresa que está deixando a economia de seis municípios completamente arrasada com o anúncio do fechamento das unidades”, avaliou a procuradora Rosangela Lacerda, que está à frente do caso no MPT. Ele garante ainda que aguarda o comunicado para “avaliar a legalidade desse acordo. De qualquer forma, o MPT vai tomar todas as medidas legais possíveis para salvaguardar o direito dos trabalhadores e da sociedade”.
O fechamento das filiais de Iguaí, Ibicuí, Itati, Potiraguá, Itarantim e Maiquinique foi anunciado dia 16 de dezembro, mas a onda de demissões na empresa já se desenrolava desde de novembro de 2010 e atingiu também empregados de outras unidades. O acordo não contemplou nenhum trabalhador além daqueles dispensados por conta do fechamento das seis unidades. A ação civil pública movida pelo MPT prossegue, com a primeira audiência marcada para dia 27 de março. A indenização pleiteada seria revertida diretamente para entidades de assistência a crianças localizadas nos municípios atingidos. (Da Tribuna da Bahia)
O acordo firmado entre o sindicato dos trabalhadores e a direção da Vulcabrás/Azaleia para indenizar cerca de duas mil pessoas demitidas após o anúncio do fechamento de seis fábricas no interior da Bahia vai ser avaliado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que move ação civil pública na Justiça Trabalhista contra a empresa. Um dos pedidos feitos pelos procuradores é o de que a indústria calçadista indenize a população dos municípios atingidos em R$ 14 milhões como forma de reduzir os impactos sociais causados pela demissão em massa. “Ainda não recebemos a comunicação oficial sobre o acordo firmado, mas a oferta de três cestas básicas e um par de tênis nos parece muito pouco para uma empresa que está deixando a economia de seis municípios completamente arrasada com o anúncio do fechamento das unidades”, avaliou a procuradora Rosangela Lacerda, que está à frente do caso no MPT. Ela garante ainda que aguarda o comunicado para “avaliar a legalidade desse acordo. De qualquer forma, o MPT vai tomar todas as medidas legais possíveis para salvaguardar o direito dos trabalhadores e da sociedade”.
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IPVA pode ser pago com desconto até 29 de fevereiro |
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Escrito por Jan
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 00:00 |
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Proprietários de veículos têm até o dia 29 de fevereiro para quitar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em cota única e aproveitar o desconto de 10%. Outra opção é esperar o dia do vencimento da primeira cota (data que pode variar de acordo com o número final da placa do veículo) e quitar o valor integral com 5% de abatimento.
Os contribuintes que preferirem pagar o imposto parcelado podem fazê-lo em três vezes, sendo que o vencimento para os veículos com final de placa 1 é no dia 15 de março e os de placa 2, no dia 16. O calendário de pagamento e a tabela com os valores que servem de base para o cálculo do IPVA 2012 está disponível no site da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz).
A quitação do débito pode ser feita em qualquer agência do Banco do Brasil ou do Bradesco e basta apenas apresentar o número do Renavam.
Este ano, a Sefaz espera arrecadar R$680 milhões com o imposto. O IPVA é a segunda fonte de arrecadação tributária do governo estadual. Atualmente, a Bahia conta com uma frota total de mais de 2,7 milhões de veículos, sendo que 1,6 milhão pertence à frota tributável.
Licenciamento e multas - Os débitos referentes à taxa de licenciamento e multas de trânsito deverão ser pagos até a data de vencimento da 3ª parcela e os débitos anteriores do IPVA também podem ser parcelados em três vezes juntamente com o IPVA 2012. O proprietário que perder o prazo da 1ª cota deixa de ter também o direito ao parcelamento em três vezes.
Mais informações podem ser consultadas por meio do site da Sefaz (www.sefaz.ba.gov.br), Canal Inspetoria Eletrônica, ou pelo Call Center do órgão (0800 071 0071). (Da Tribuna da Bahia)
Proprietários de veículos têm até o dia 29 de fevereiro para quitar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em cota única e aproveitar o desconto de 10%. Outra opção é esperar o dia do vencimento da primeira cota (data que pode variar de acordo com o número final da placa do veículo) e quitar o valor integral com 5% de abatimento. Os contribuintes que preferirem pagar o imposto parcelado podem fazê-lo em três vezes, sendo que o vencimento para os veículos com final de placa 1 é no dia 15 de março e os de placa 2, no dia 16. O calendário de pagamento e a tabela com os valores que servem de base para o cálculo do IPVA 2012 está disponível no site da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz).
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