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Bem Vindo a Revista do Fornecedor
Começa o Salão Baiano de Turismo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jan   
Sex, 18 de Maio de 2012 00:00
Principal operação de marketing de vendas e divulgação da Bahia como destino turístico, o I Salão Baiano de Turismo foi aberto oficialmente nesta quinta-feira (17), às 9h, no Centro de Convenções.  O evento – que tem como tema Viaje por um mundo chamado Bahia – ocorre até sábado e reúne uma série de atrativos como exposições, apresentações artísticas e culturais, uma mostra gastronômica e a segunda edição da feira comercial da ABAV-BA. Haverá estandes comerciais e institucionais das 13 zonas turísticas do Estado, além da presença de parceiros como Sebrae, Senac, Abrasel, Convention Bureau, ABAV, ABIH, Conselho Baiano de Turismo, SHRBS, Sindetur, dentre outros.
Estrutura moderna
Uma moderna estrutura foi montada para o I Salão Baiano de Turismo. As 13 zonas turísticas do Estado contam cada uma com um estande de 50 metros quadrados e há também um espaço destinado a 50 balcões para exposição individual dos municípios turísticos. Do lado direito do pavilhão foram montados 60 estandes de nove metros quadrados para exposições comerciais das empresas baianas que fazem receptivo turístico. Para as rodadas de negócios, serão disponibilizadas 60 mesas, em ambiente fechado, com ar-condicionado. Os encontros pré-agendados ocorrerão através de parceria com o Sebrae. Além desse espaço, serão disponibilizadas outras duas salas fechadas e climatizadas: uma com capacidade para até 40 pessoas, e outra com capacidade para até 20 pessoas, a serem utilizadas para reuniões de trabalho.
Maquete da Bahia será atração à parte
Outro grande atrativo do I Salão Baiano de Turismo é uma maquete especial do mapa da Bahia, dividida por zonas turísticas, onde o visitante poderá caminhar sobre todos os pontos do Estado. Com 100 metros quadrados, o equipamento deve encantar crianças e adultos durante o evento.
Núcleo do Conhecimento
Durante o I Salão Baiano de Turismo serão realizadas palestras e workshops sobre diversos temas ligados ao setor. Dois assuntos já foram definidos pela organização do evento: Conta Satélite, que discutirá a possibilidade de verificar a receita gerada pelo turismo, e a Copa do Mundo de 2014. O diretor de Produtos e Destinos da Embratur, Marcos Lomanto, confirmou a participação no evento. Ele apresentará o novo estande que será usado pelo Brasil nas promoções no exterior.
Programação do Núcleo do Conhecimento
18/05 - Tema Principal: O Viajante Independente
16h: Estratégia de Promoção Internacional do Turismo: Marco Lomanto (Embratur)
17h: Mesa Redonda – O Viajante Independente, com a participação de Ricardo Freire (www.viajenaviagem.com.br ), Alison Mcgowan ( www.hiddenpousadasbrazil.com ) e Tony Galvez ( blog.deviajebrasil.com )
19/05 - Tema Principal: Copa 2014: Estamos prontos?
09h: Geoturismo: José Carlos Oliveira (Secretaria do Turismo)
10h15: Linhas de Financiamento: Representantes do  BNB / CAIXA
12h: Intervalo para almoço
16h: Apresentação do documentário sobre a Feira de São Joaquim
17h: Mesa-redonda – Copa 2014: Estamos prontos? – participação do Deputado Estadual RJ,  José Roberto Gama de Oliveira ( Bebeto ) , Gilson Novo (Grupo Águia – RJ) , Jose Cassiano Ferreira (Infraero Salvador), Secretário Ney Campelo ( SECOPA )
Mais informações no site www.salao.turismo.ba.gov.br

Principal operação de marketing de vendas e divulgação da Bahia como destino turístico, o I Salão Baiano de Turismo foi aberto oficialmente nesta quinta-feira (17), às 9h, no Centro de Convenções.  O evento – que tem como tema Viaje por um mundo chamado Bahia – ocorre até sábado e reúne uma série de atrativos como exposições, apresentações artísticas e culturais, uma mostra gastronômica e a segunda edição da feira comercial da ABAV-BA. Haverá estandes comerciais e institucionais das 13 zonas turísticas do Estado, além da presença de parceiros como Sebrae, Senac, Abrasel, Convention Bureau, ABAV, ABIH, Conselho Baiano de Turismo, SHRBS, Sindetur, dentre outros.

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Vendas para o Dia das Mães crescem 7,3% em 2012 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jan   
Sex, 18 de Maio de 2012 00:00
As vendas realizadas na semana do Dia das Mães (07 a 13 de maio) cresceram 7,3% em todo o Brasil na comparação com a semana equivalente de 2011 (02 a 08 de maio). É o que revela o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Dia das Mães 2012.
No final de semana da data (11 a 13 de maio), as vendas também apresentaram elevação. Houve um avanço de 5,3%, quando comparado com o final de semana de 06 a 08 de maio de 2011.
As vendas realizadas na semana do Dia das Mães (07 a 13 de maio) cresceram 7,3% em todo o Brasil na comparação com a semana equivalente de 2011 (02 a 08 de maio). É o que revela o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Dia das Mães 2012. No final de semana da data (11 a 13 de maio), as vendas também apresentaram elevação. Houve um avanço de 5,3%, quando comparado com o final de semana de 06 a 08 de maio de 2011.
 
Brasil terá dificuldades em exportar automóveis dentro de três anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jan   
Sex, 18 de Maio de 2012 00:00
As medidas adoptadas pelo governo do Brasil para proteger a indústria automóvel nacional vão fazer com que dentro de três anos seja praticamente impossível exportar automóveis produzidos no país, disse quinta-feira no Rio de Janeiro o presidente da JAC Motors Brasil.
Sérgio Habib salientou que as medidas adoptadas pelo governo para proteger a indústria nacional das importações, como o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos fabricados no exterior e a exigência de uma incorporação nacional de 65%, encarecem o produto brasileiro.
“Quando os fabricantes de automóveis são obrigados a usar peças e componentes nacionais, a tendência das empresas produtoras é reduzirem o investimento em inovação e em medidas de redução de custos, atendendo a que estão protegidas da concorrência externa”, argumentou o presidente da subsidiária brasileira do grupo chinês JAC Motors.
O presidente da JAC Motors Brasil, que actualmente vende apenas veículos importados, disse que a empresa reviu em baixa de 45 mil para 30 mil unidades o número de veículos a vender este ano no país, depois de em 2011 ter comercializado 25 mil automóveis.
Sérgio Habib disse ainda que as vendas deverão manter-se sem alteração até o final de 2014, quando entrar em funcionamento a fábrica que o grupo chinês está a construir no estado da Bahia.
De acordo com Habib, a revisão em baixa não resultou da desaceleração do mercado, mas sim do aumento do Imposto sobre Produto Industrializados sobre produtos importados, que fez com que a empresa perdesse competitividade e dispusesse de verbas menores para publicidade”. (Do Macauhub)

As medidas adoptadas pelo governo do Brasil para proteger a indústria automóvel nacional vão fazer com que dentro de três anos seja praticamente impossível exportar automóveis produzidos no país, disse quinta-feira no Rio de Janeiro o presidente da JAC Motors Brasil. Sérgio Habib salientou que as medidas adoptadas pelo governo para proteger a indústria nacional das importações, como o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos fabricados no exterior e a exigência de uma incorporação nacional de 65%, encarecem o produto brasileiro. “Quando os fabricantes de automóveis são obrigados a usar peças e componentes nacionais, a tendência das empresas produtoras é reduzirem o investimento em inovação e em medidas de redução de custos, atendendo a que estão protegidas da concorrência externa”, argumentou o presidente da subsidiária brasileira do grupo chinês JAC Motors.

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Moody’s rebaixa rating de 16 bancos espanhóis, inclusive do Santander PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jan   
Qui, 17 de Maio de 2012 00:00
A agência de análise de risco Moody's Investors Service rebaixou nesta quinta-feira os ratings da dívida de longo prazo e de depósitos de 16 bancos espanhóis e da unidade britânica do Santander. Alguns cortes foram em até três escalas.
Em nota divulgada em seu site, a Moody’s justificou a ação para refletir principalmente os rebaixamentos concomitantes das avaliações de crédito individuais de cada um desses bancos e, em cinco casos, à avaliação de que o governo da Espanha tem hoje uma capacidade menor para proporcionar suporte às instituições.
A perspectiva sobre os ratings de crédito e depósito de dez dos 17 bancos rebaixados é agora “negativa”. Os ratings dos demais sete bancos afetados pela ação de hoje permanecem em revisão para possível novo rebaixamento.
Entre as instituições espanholas afetadas estão Banco Santander, Banco Santander UK PLC, Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, Unicaja Banco, CaixaBank, Banco Popular Español, Caja Rural Navarra, Banco Sabadell, Banco Cooperativo Español, Bankinter, Confederación Española de Cajas de Ahorro, Caja Rural de Granada, Liberbank, Cajamar Caja Rural e o Lico Leasing. (Do Valor)
A agência de análise de risco Moody's Investors Service rebaixou nesta quinta-feira os ratings da dívida de longo prazo e de depósitos de 16 bancos espanhóis e da unidade britânica do Santander. Alguns cortes foram em até três escalas. Em nota divulgada em seu site, a Moody’s justificou a ação para refletir principalmente os rebaixamentos concomitantes das avaliações de crédito individuais de cada um desses bancos e, em cinco casos, à avaliação de que o governo da Espanha tem hoje uma capacidade menor para proporcionar suporte às instituições. A perspectiva sobre os ratings de crédito e depósito de dez dos 17 bancos rebaixados é agora “negativa”. Os ratings dos demais sete bancos afetados pela ação de hoje permanecem em revisão para possível novo rebaixamento. Entre as instituições espanholas afetadas estão Banco Santander, Banco Santander UK PLC, Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, Unicaja Banco, CaixaBank, Banco Popular Español, Caja Rural Navarra, Banco Sabadell, Banco Cooperativo Español, Bankinter, Confederación Española de Cajas de Ahorro, Caja Rural de Granada, Liberbank, Cajamar Caja Rural e o Lico Leasing. (Do Valor)
 
Venda de veículos sobe 3,3% na primeira quinzena de maio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jan   
Qui, 17 de Maio de 2012 00:00
Dados divulgados pela Fenabrave – a entidade que abriga as concessionárias de carros – mostram que o mercado ensaia uma recuperação neste mês, com os emplacamentos mostrando alta de 3,3% na primeira quinzena, quando comparados ao mesmo período de 2011.
No total, foram vendidos 153,8 mil veículos na primeira metade de dias úteis de maio, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Na comparação com o mesmo período de abril, a alta foi de 8,5%, informou a entidade.
Só entre automóveis e comerciais leves, os emplacamentos somaram 147,3 mil unidades, 5,31% acima do volume de um ano antes. A General Motors lidera as vendas no mês, com participação de 21,7%. Na sequência, aparecem Fiat (21,18%), Volkswagen (19,57%) e Ford (8,96%).
O desempenho foi influenciado pelos cortes nas taxas de juros cobradas nos financiamentos de carros, mas revendas e montadoras ainda reclamam da maior seletividade dos bancos na concessão de empréstimos.
O balanço da Fenabrave mostra ainda vendas de 5,4 mil caminhões na primeira quinzena do mês, o que corresponde a uma queda de 30,2% em um ano. Na mesma base de comparação, as vendas de ônibus cederam 16%, para 1,14 mil unidades. (Do Valor)
Dados divulgados pela Fenabrave – a entidade que abriga as concessionárias de carros – mostram que o mercado ensaia uma recuperação neste mês, com os emplacamentos mostrando alta de 3,3% na primeira quinzena, quando comparados ao mesmo período de 2011. No total, foram vendidos 153,8 mil veículos na primeira metade de dias úteis de maio, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Na comparação com o mesmo período de abril, a alta foi de 8,5%, informou a entidade. Só entre automóveis e comerciais leves, os emplacamentos somaram 147,3 mil unidades, 5,31% acima do volume de um ano antes. A General Motors lidera as vendas no mês, com participação de 21,7%. Na sequência, aparecem Fiat (21,18%), Volkswagen (19,57%) e Ford (8,96%). O desempenho foi influenciado pelos cortes nas taxas de juros cobradas nos financiamentos de carros, mas revendas e montadoras ainda reclamam da maior seletividade dos bancos na concessão de empréstimos. O balanço da Fenabrave mostra ainda vendas de 5,4 mil caminhões na primeira quinzena do mês, o que corresponde a uma queda de 30,2% em um ano. Na mesma base de comparação, as vendas de ônibus cederam 16%, para 1,14 mil unidades. (Do Valor)
 
Dieese vê criação de empregos 'em linha' com crescimento do PIB PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jan   
Qui, 17 de Maio de 2012 00:00
Apesar do recuo na criação de empregos formais em abril, em comparação com o mesmo mês de 2011, o mercado de trabalho ainda expressa a “pujança da nossa economia” e “está em linha” com o que se espera de crescimento para 2012, disse o diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio. Para ele, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de abril, divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho, confirmam uma tendência de criação de 1,5 milhão a 2 milhões de vagas formais no acumulado de 2012.
Ganz defende que essa projeção também condiz com a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 3,5% e 4%. “O resultado de abril indica que a performance do mercado de trabalho é bastante positiva, considerando a taxa de crescimento estimada”, disse.
O dirigente do Dieese avalia que, em abril, pela primeira vez no ano, houve mais contratações do que demissões em todos os oito setores de atividade. No total, foram criadas 216.974 vagas formais, desempenho superior aos 111.746 novos postos de trabalho abertos em março. No entanto, houve queda de 20,3% na comparação com abril de 2011, quando foram criadas 272.225 vagas.
Ganz avalia que os dados de abril de 2011 estão influenciados pelo crescimento de 7,5% do PIB em 2010. “Olhando o mercado de trabalho, não há descompasso grave na nossa economia”, afirmou. “Diferentemente dos países desenvolvidos, o número de empregos gerados no Brasil é bastante favorável para o ritmo de crescimento esperado”.
Clemente Ganz destacou ainda o resultado positivo da indústria de transformação, que gerou mais de 30 mil postos de trabalho no mês passado. “O mercado de trabalho é um dos indicadores mais sensíveis. Os dados de abril podem apontar para a hipótese de retomada da indústria”, disse o diretor do Dieese.
No início de abril, o governo federal lançou a segunda etapa do Plano Brasil Maior, com medidas, como a desoneração da folha de pagamento de 15 setores, para aumentar a competitividade da indústria. (Do Valor)

Apesar do recuo na criação de empregos formais em abril, em comparação com o mesmo mês de 2011, o mercado de trabalho ainda expressa a “pujança da nossa economia” e “está em linha” com o que se espera de crescimento para 2012, disse o diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio. Para ele, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de abril, divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho, confirmam uma tendência de criação de 1,5 milhão a 2 milhões de vagas formais no acumulado de 2012. Ganz defende que essa projeção também condiz com a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 3,5% e 4%. “O resultado de abril indica que a performance do mercado de trabalho é bastante positiva, considerando a taxa de crescimento estimada”, disse.

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Artigo - Você sabe como funciona o mercado de energia? PDF Imprimir E-mail
Qua, 16 de Maio de 2012 21:07
Poucas pessoas sabem, mas empresas que consomem uma grande quantidade de energia possuem outros tipos de liberdade para comercialização do seu gasto energético. Companhias com demanda contratada acima de 0,5 MW têm a liberdade de escolher seus fornecedores de energia e adequar suas necessidades às ofertas do mercado, permitindo negociar os melhores termos e condições, como, por exemplo, prazo contratual, oscilação do preço durante determinado prazo, entre outras. Essa modalidade de negociação se chama mercado livre de energia.
Este modelo de negócios existe desde 1998, quando foram criados dois grupos de consumidores no setor, sendo um os com demanda  igual ou superior a 3 MW, atendidas em tensão maior ou igual a 69 kV, e outro composto pelas empresas que consomem demanda maior que 0,5 MW, com qualquer tensão. As empresas do segundo grupo têm opções de fornecedores mais restritas, oriundas das chamadas fontes incentivadas, ou seja, pequenas centrais hidrelétricas - PCH's, usinas de biomassa ou eólicas e sistemas de cogeração qualificada, mas podendo atuar com liberdades que um consumidor com baixo consumo não possui.
O mercado livre tem esta característica. Permitir o poder de negociação para melhor programar o preço pago pela energia consumida. Essa flexibilidade oferece ao cliente a responsabilidade para gerir erros e incertezas, a inclusão de contrato com prazos diferentes e resulta em preços mais satisfatórios para cada empresa. Isso só é possível, porém, quando os gestores sabem lidar neste ambiente. Mesmo parecendo uma área com mais possibilidades de negociação, é fundamental que os consumidores saibam como atuar para que não gastem uma verba de forma desnecessária, que não estava previsto no investimento inicial.
Ao decidir se migra para o sistema de mercado livre, ou seja, se escolhe não comprar energia do fornecedor da sua região, a companhia deve ser orientada adequadamente para considerar alguns pontos e concretizar bons negócios. Com isso, ela empresa economiza, pois consegue preços menores, negocia melhores prazos em seus contratos com os diversos fornecedores de energia e pode elaborar um planejamento estratégico mais diversificado, focando em novas alternativas energéticas e na otimização dos seus resultados.

Poucas pessoas sabem, mas empresas que consomem uma grande quantidade de energia possuem outros tipos de liberdade para comercialização do seu gasto energético. Companhias com demanda contratada acima de 0,5 MW têm a liberdade de escolher seus fornecedores de energia e adequar suas necessidades às ofertas do mercado, permitindo negociar os melhores termos e condições, como, por exemplo, prazo contratual, oscilação do preço durante determinado prazo, entre outras. Essa modalidade de negociação se chama mercado livre de energia. Este modelo de negócios existe desde 1998, quando foram criados dois grupos de consumidores no setor, sendo um os com demanda  igual ou superior a 3 MW, atendidas em tensão maior ou igual a 69 kV, e outro composto pelas empresas que consomem demanda maior que 0,5 MW, com qualquer tensão.

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